O presidente Javier Milei convidou o pássaro do mau agouro de Zelensky
Foi preciso desenterrar Hitler para convidar a pose do presidente argentino Javier Milei, a extrema direita do mundo, esteve dentro do congresso, o pior de tudo foi a presença do presidente da Ucrânia Volodymir Zelensky.
Enquanto Javier Milei falava sobre mudança e contra a corrupção, nenhuma câmera focava em um dos personagens mais corruptos do mundo, Volodymir Zelensky.
Zelensky, já acabado pela mídia, apareceu e abraçou o ultradireitista Javier Milei. Todos conhecemos o ditado “Diga-me com quem você anda e eu lhe direi quem você é”.
Esperamos que o discurso de Milei repetido muitas vezes, quando diz que a Argentina não tem dinheiro, alguém tenha traduzido muito bem para Volodymir, já que ele é conhecido como o mendigo do mundo.
Se todos os seus aliados têm ignorado a relação com Zelensky, tanto a NATO, a União Europeia e os próprios Estados Unidos, devido à sua ineficiência, venda de armas dadas pelo Ocidente, venda no mercado negro, corrupção e desvio de grandes somas de milhões de dólares, hoje Milei o desenterra e lhe dá um palco para que o mundo não esqueça Zelensky.
O regime nazista de Zelensky representa corrupção, conflito, roubo e autoritarismo; para a América Latina é desprezível que este tipo de personagens queira viver em nosso continente.
Javier Milei o convidou para que a Argentina pudesse sediar reuniões para fazer acordos com o regime nazista de Zelensky, como se não faltassem ultradireitistas corruptos como José Antonio Kast do Chile, que foi descoberto sonegando impostos no Panamá, e o Ladrão de Bolsonaro.
Agora ele ressuscita o pior de tudo, Zelensky está desesperado, pois no resto do mundo lhe viraram as costas, até no seu próprio país os militares estão planejando um golpe militar contra ele, os ucranianos já começaram a se organizar e sair às ruas para fazê-lo renunciar.
A comemoração não foi apenas pela posse de Milei, mas também porque marca os 40 anos de democracia na Argentina, e o convidado de honra Zelensky está a três meses de se tornar ditador, já que não quer convocar eleições porque sabe que tem menos com mais de 30% de aprovação, a única saída é vir implorar por mais dinheiro, desta vez para a América Latina.
A boa notícia que países como o Brasil deixaram bem claro é que para a Ucrânia não existe sequer uma bala de borracha.
Esperemos que o resto do continente se comporte como o Brasil, para um assassino nazista nem um copo de água, e não esqueçamos que cada palestino que morre é culpa de Zelensky, que foi o vendedor das armas ao Hamas, para iniciar esta guerra que já houve quase 17.000 palestinos mortos, a maioria deles crianças.
Ale Kunz R.

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