Cabe ao Brasil garantir a paz no continente.






A Guiana planeia estabelecer bases no disputado território de Essequibo e a Venezuela ameaça entrar em guerra.


A escalada da crise entre a Venezuela e a Guiana sobre o Essequibo, território disputado entre os dois países vizinhos, avança sem freios quando faltam apenas oito dias para a realização do referendo proposto por Nicolás Maduro. A última pergunta das cinco da consulta pergunta aos venezuelanos se eles concordam em impor a anexação do estado (região) da Guiana Esequiba à Venezuela.


Amorim se reúne com Maduro para discutir conflito entre Venezuela e Guiana

O governo brasileiro vê com desconfiança o risco de uma guerra “no quintal do Brasil” e a instabilidade que um conflito armado poderia causar no continente.


O assessor especial da Presidência, Celso Amorim, esteve em Caracas nesta quarta-feira (22) com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, para falar sobre o conflito entre venezuelanos e Guiana.


Como países vizinhos do Brasil e com a influência e boas relações que o presidente Lula Da Silva tem, já enviei o assessor presidencial especial Celso Amorin, que é a pessoa de confiança do presidente Lula Da Silva.


Manter a paz no nosso continente é muito importante, conseguir resolver o conflito em termos diplomáticos, para que a paz permaneça no nosso continente. Visto que o que os Estados Unidos pretendem em termos globais é que quanto mais conflitos, mais lucros.


A capacidade diplomática do Brasil lidera muitos países, tem conseguido resolver conflitos importantes, embora desta vez se trate de manter a paz do nosso continente.


Devemos procurar a melhor solução, pois o maior problema caso ecloda uma guerra entre a Guiana e a Venezuela, a intervenção dos Estados será imediata, a favor da Guiana, uma vez que a Exxon Mobil já fez investimentos no território em disputa.


Foi dito que o presidente da Guiana também mantém comunicação com o Brasil, a fim de chegar a um acordo diplomático.


Ale Kunz R

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